viernes, 4 de julio de 2014

12º Ensaio Geral: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena".

No dia 3 de julho, realizamos o nosso primeiro ensaio geral para todos os criadores que participam na disciplina "Tópicos especiais em Artes Cênicas III" do professor Marcus Mota dentro do programa de Pós-graduação em Arte. Instituto de Artes - UnB.

Nasce o espetáculo, que terá sua estréia no 58º COMETA CENAS do IDA - UNB dia 10 de JULHO.

Da Ilíada ao Cangaço, Mulheres em Cena
22h15 e 23h – Espetáculo [15min]

Disciplina: Tópicos Especiais em Artes Cênicas III
Orientação: Marcus Mota
Direção, coreografia e trilha sonora original: Fernanda Cabral
Sinopse: O Exercício propõe o encontro de três personagens: Helena, Afrodite e Iris; trazendo como temática, o lugar da mulher na obra Ilíada e sua relação com o universo do cangaço brasileiro. Inspirado no canto III da obra de Homero, o objetivo é realizar uma releitura a partir da construção do ritmo e do universo musical para a criação cênica. Uma proposta interdisciplinar, que une dança, música e teatro.
Elenco: Micheline S., Mônica Tavares e Luiza Beloti.
Vozes em Off: Adeilton Lima e José de Campos
Figurino e Cenário: Camila de Sant Anna
Iluminação: Valeska Alvim
Classificação: 16 anos - Local: BSS-59






11º Ensaio: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena".

No dia 2 de julho, foi realizado o nosso 11º ensaio.

Repassamos todas as marcas até então definidas, coreografias e trabalho com os objetos em cena.

Aqui trabalhamos também já com os figurinos e novos objetos cênicos foram requisitados!

HELENA:























Figurino mais definido.


AFRODITE:























Observamos que o vestido longo não funcionaria para a personagem.

ÍRIS:























Figurino ainda em processo.

10º Ensaio: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena".

No dia 28 de Junho, realizamos o 10º ensaio.



Fizemos um exercício de visualização, com olhos fechados, apenas escutando a trilha sonora. Em seguida, cada uma das atrizes escreveu suas impressões a partir desta experiência de escuta ativa da obra, a partir de sua dramaturgia musical:



Helena de Tróia: 

"Alianças com o ar, latidos de tambores. Alianças com Deuses, alianças com os homens.

Uma tensão no ar costura novas intenções. Os insultos aparecem e a língua não tem freio. Erros e acertos ocultos."


Afrodite:

"Mistério, jogo; cheiro de café passado, de terra de comida. Esconderijo, acampamento, contação de estórias."


Íris:

"Imagem de Helena ao centro e fantasmas que aparecem com as vozes, névoa. Surgir e desaparecer. Com a entrada de Afrodite, quebra-se o lúdico e tudo fica mais no plano da terra."

Desde o ponto de vista da direção cênica, todas essas percepções, foram de grande importância para a criação do espetáculo. Pois, foi através desses espaços imaginários, construidos por elas através destas visualizações também de teor sensorial, que muitas coreografias e movimentos em cena foram desenvolvidos. 



9º Ensaio: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena".

No dia 26 de Junho, foi realizado o 9º ensaio, tendo como base a estruturação das cenas de acordo com a trilha sonora composta. Novas coreografias foram criadas, novos objetos de cena foram requisitados para a composição das personagens. Realizamos também o primeiro ensaio com os figurinos, ainda em processo de criação.



8º Ensaio: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena".

No dia 19 de junho, foi realizado 8º ensaio, o primeiro com a TRILHA ORIGINAL criada especialmente para a obra.

A) Processos de composição da dramaturgia musical:

1. A pesquisa foi inicada no início da disciplina e passou pelos seguintes processos:

- Escuta das composições ligadas ao folclore nordestino. Ritmos como o Xaxado, o Xote ou o baião, encontrados em diferentes vídeos como referência da cultura ligada ao cangaço e sua relação à antigos e novos compositores de tradição ibérica.

- Processo de criação de algumas canções, ligadas às personagens do canto III e a procura de novos ritmos tradicionais brasileiros que pudessem estabelecer uma relação também com a cultura popular brasileira como por exemplo, a catira.
 
Embora muitos ritmos, de tradição popular brasileira, não fossem utlizados propriamente na trilha, eles serviram para criar todo o imaginário poético e corporal da mesma.

2. Processo de criação da trilha:

- Utilizando-me do ROTEIRO já previamente definido,  com as respectivas narrações já anteriomente gravadas; com as primeiras marcações de movimentos e coreografias iniciadas. A partir desses elementos dei início a composição da trilha sonora.
















B) Inciada a pesquisa estética inspirada no Cangaço:
Figurino e Cenário: Camila de Santa Anna.





















5º, 6º e 7º Ensaios: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena".

Nos dias 9,10 e 13 de junho, foram realizados os 5º, 6º e 7º ensaios-gravações em estúdio, para o registro das narrações, posteriormente utilizadas pelos atores e seus respectivos personagens citados abaixo. O objetivo era a utilização de todas as interpretações gravadas, para a construção da trilha sonora do espetáculo.


Elenco:

Micheline S. : VOZ  da personagem HELENA
Mônica Tavares: VOZ  da personagem AFRODITE
Luiza Beloti: VOZ da personagem ÍRIS



VOZES EM Off:















Adeilton Lima: ALEXANDRE e PÁRIS




José de Campo: HEITOR e PRÍAMO

4º Ensaio: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena".

No dia 5 de junho, foi realizado o 4º ensaio:

Início da coreografia inspirada na estética do Cangaço em fusão com o rítmo flamenco "Bulería", trabalhado anteriormente nos outros encontros.


miércoles, 18 de junio de 2014

Documentário sobre Lampião.wmv

O Cangaceirimo e suas origens...

Casa de MARIA BONITA e histórias de arrepiar o cabelo...


"Da Ilíada ao Cangaço"

"Olho por olho, dente por dente", nossas raízes, o homem do campo e os episódios que nos remetem à um lugar comum à todos, quase atemporal!

"Cada cultura tem sua fisionomia,
embora o ser humano seja o mesmo em toda parte, os problemas humanos são
universais. Você veja o caso de Freud, um cara que quando foi buscar os
mitos para ilustrar suas teorias ele não os buscou na Alemanha ou na
Áustria, e sim na Grécia, um povo de pastores e de pequenos criadores
rurais. Isso mostra o quanto essas imagens são universais, o quanto o
ser humano é o mesmo, apesar das diferenças de cultura."
 

ARIANO SUASSUNA

Lampião, o Rei do Cangaço (Benjamin Abrahão, 1936-1937)

Pesquisando imagens para projeção e construção dramática do espetáculo...

domingo, 15 de junio de 2014

3ª Ensaio: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena".

No dia 29 de maio, foi realizado o 3º Ensaio.

Neste ensaio, foi realizado um trabalho prévio com o texto,  onde se realizou um exercício prático para encontrar a voz da personagem, valendo-se da linguagem rítmica para sua construção. O objetivo era realizar um primeiro contato com o texto para sua posterior gravação em estúdio.
Além disso, repassamos a técnica rítmica-corporal, que será utilizada como ferramenta para a construção do espetáculo e demos início à primeira coreografia do trabalho.

Trabalho com o texto:

Utilização da linguagem rítmica como suporte para encontrar o lugar da interpretação vocal. 

Trabalho prático:

* Ritmo Flamenco (palmas + caminhadas + contagem),  ensaio com o compás da "Bulería" para o desenvolvimento do trabalho cênico.

* 1ª Coreografia do grupo.
















- Trabalho de Texto e Ritmo:
Utilização da linguagem rítmica para sua construção do trabalho vocal.

3ª Ensaio: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena". Trabalho de Ritmo ...

Trabalho de Texto:

Utilização da linguagem rítmica para sua construção do trabalho vocal.

3º Ensaio: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena".

Ritmo Flamenco (palmas + caminhadas + contagem),  ensaio com o compás da "Bulería" para o desenvolvimento do trabalho cênico.

3º Ensaio: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena". 1º Coreografia do ...

Processo de construção da 1º Coreografia do grupo.

2º Ensaio: "Da Ilíada ao Cangaço: Mulheres em Cena".


No dia 22 de maio, foi realizado o 2º Ensaio.
Foi desenvolvido neste ensaio a compreensão do ritmo no corpo, através das diferentes caminhadas propostas. O objetivo é a utilização dessa linguagem rítmica-corporal na construção do espetáculo.
Desta forma, as atrizes se apropriarão dessa ferramenta para a construção das personagens, a partir  da experiência corporal própria de cada uma; assim como também servirá de base para o desenvolvimento das coreografias que serão construídas tendo esta linguagem rítmica como base.

CAMINHADAS ao COMPÁS.
Ritmo ou o chamado “Palo” Flamenco: BULERÍA.
Caminhadas com deslocamento para frente e para trás.
1º:
1,2..1,2,3...3,4,5...7,8..9,10. Iniciamos os movimentos com pé direito no 2 (do 1, 2) alternando os pés (4 passos), a contagem termina no 4º passo no tempo 10.
2º:
Igualmente iniciamos os movimentos alternando pés (4 passos),  com pé direito no 1, 2(pé direito) 1,2, 3 (pé esquerdo) ,4,5,6..7, 8 (pé direito) 9,10 (pé esquerdo).

3º:
Caminhada em diferentes direções no espaço.
Caminhadas alternando os passos só marcando o pulso.




jueves, 15 de mayo de 2014

1º Ensaio: "Da Ilíada ao Cangaço: Mullheres em Cena".



Inciamos o trabalho a partir da idéia de utilizar o ritmo como ferramenta para a construção cênica.
Tendo como base os seis primeiros compassos da partitura do "dátilo hexâmetro" apresentada e transcrita pelo professor Marcus Mota na disciplina, indroduzi a "Bulería" - Ritmo ou palo Flamenco, também estruturado em 12 tempos com o objetivo de realizar um exercício polirítmico.
Uma aproximação à linguagem rítmica que será desenvolvida na contrução do espetáculo e das personagens em cena e aqui apresentada nas próximas postagens.

 Primeiro encontro hoje no IDA na UNB com as atrizes-bailarinas desse trabalho que terei enorme prazer em dirigir, vamos lá!

miércoles, 14 de mayo de 2014

miércoles, 7 de mayo de 2014

O 1º Encontro prático com o grupo será realizado no dia 8 de maio no IDA-Unb das 13:00 às 14.30hs.

A proposta será realizar exercícios práticos sobre a questão rítmica aplicada ao corpo e à voz em cena. Serão utilizadas falas das personagens femininas do Canto III da Ilíada (previamente trabalhadas pelas atrizes-bailarinas), e, a partir delas e de um exercício de improvisação rítmico-emocial, proposto nesta etepa, pretende-se realizar um registro das sensações produzidas por esta vivência, para o processo de contrução das personagens na montagem futura.
Em breve mais informações aqui no blog sobre o mesmo. Acompanhe!
Vamos lá, mãos à obra!

miércoles, 23 de abril de 2014

A Mulher no Cangaço, 1976

Projeto de criação


UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
INSTITUTO DE ARTES
PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ARTE
Tópicos especiais em Artes Cênicas III
Professor: Marcus Mota
Aluna: Fernanda Cabral


O RITMO EM CENA NA ILÍADA


O universo rítmico-emocional feminino da Ilíada ao Cangaço nordestino.
CONCEITO E DEFINIÇÃO DO ESPETÁCULO
O objetivo deste projeto de criação é discutir o papel da mulher na Ilíada, estabelecendo um  contraponto com o universo nordestino, utilizando-se da cultura do Cangaço para sua construção. A elaboração cênica de uma performance centrada na rítmica como base principal. A cena se desenvolverá a partir de loops rítmicos-emocionais (utilizando-se de gravações prévias de vozes dos próprios atores, de trechos dos textos e das sensações produzidas pela relação visual-sonora da própria obra, onde padrões percussivos são utilizados, a fim de desenvolver um diálogo com a voz e com o corpo dos atores). Com o objetivo de estabelecer uma conexão com outras linguagens e explorar a relação poético-visual presente na obra, também serão utilizadas projeções durante a representação. O objetivo é estabelecer um dialogo imagético com as diferentes possibilidades de construção cênica, tendo a sonoridade como referente criativo.
Da mesma forma que no texto da Ilíada, o padrão rítmico marca um lugar, um espaço de dialógico entre o artista e o público, entre a palavra e o som. Aqui ele é a base para a construção do espetáculo. É a partir desta perspectiva de pesquisa, em explorar novas relações cênicas entre as disciplinas artísticas: voz,  corpo,  imagem e o ritmo em cena; que se desenvolve este projeto.
Realizar uma cena a partir da obra estudada, centrada no CANTO III, com ênfase na comicidade, usando os dois itens: superioridade e incongruência, valendo-se de contrastes.

MATERIAIS
(VIDEO, DANÇA, INTERPRETAÇÃO E TRILHA SONORA INÉDITA)
O tema, o texto, a cena:
-        A cena se desenvolve dentro do CANTO III. Verso 130. Cena entre Iris, Helena.
-        A voz masculina: O que os homens dizem a respeito das mulheres. A fala masculina será sempre utilizada como “Voz em Off”, ela também descreve possibilidades de ações em cena.
-        O lugar da mulher na sociedade homérica e nordestina, uso das 2 teorias da comicidade:  1 – Teoria da Superioridade (masculino e feminino, canto homérico x canto regional nordestino…) e 2 – Teoria da Incongruência: Trabalhando o aspecto do deslocamento cênico, universos paralelos entre as duas culturas, valendo-se da co - existência dessas duas, dotada muitas vezes de uma incongruência de ações.
-        A espera: relação entre o espaço e o tempo, a imagem e a sonoridade. O ritmo em cena como lugar para o desenvolvimento da linguagem emocional.
-        Desenvolver uma estética audiovisual.
-        Cinema mudo. Serão utilizadas pequenas cenas gravadas com as atrizes, que também estarão em cena, realizando um contraponto visual com imagens do cangaço também projetadas durante o espetáculo.
-        Valendo-se da técnica do símile, a fim de materializar novas imagens no palco. Imagens do texto que chamam à criação cênica de outras imagens, numa associação dotada de incongruência, para estabelecer em cena o choque cognitivo.
-        A sonoridade na obra. Observação dos aspectos de paralelismo dentro da obra, que se mostram através da sonoridade entre os universos musicais estudados e o jogo visual que se desenvolve, tendo como base uma temática recorrente na obra: o desenvolvimento das ações dos personagens, em sua relação com a atitude de urgência de ação e de espera. “Se ficar morre, se correr morre!”. A sonoridade típica da época da ilíada e a sonoridade regional nordestina em contraste.
-        Aspecto visual e cênico, num dialogo cênico desenvolvido dentro do chamado efeito de POLKILIA. A oposição das imagens do cangaço projetados em cena, juntamente ao universo mais tradicional, desenvolvidos no palco pelas atrizes, buscando uma tensão que se constrói através da beleza oriunda de elementos opostos.
-        Uma proposta de Teatro Coreográfico, onde a cena é construída através da rítmica, valendo-se da coreografia para ser estruturada.

ROTEIRO DE AÇÕES:
-        A cena se inicia através da construção sonora, melismática, que aos poucos, irá trazendo o público ao ambiente do CANTO III: “...grito dos grous que ressoa do céu, quando fogem ao inverno e às desmedidas tempestades e com gritos se lançam no vôo até as correntes do Oceano, para trazerem aos Pigmeus o destino e a morte, levando através do ar a hostilidade maléfica.” O GRITO como elemento cênico, onde é através da voz e da sonoridade implícita na obra, que as mensagens cênicas, serão personalidades nos personagens. O Grito Ululante é uma ponte entre a morte e a vida, e, é também um aspecto audiovisual. A cultura do primitivo, reverenciada através do conflito interno e externo desses personagens, pelo combate e luta, a cultura de AGON, da agonia.

ESTRUTURA DRAMÁTICA e TEMÁTICAS PRINCIPÁIS.
ROTEIRO DE AÇÕES
1º cena:
Mulheres que tecem o fio da vida através de seu silêncio, o destino traçado através da espera... As 4 personagens femininas do CANTO III.
2º Cena:
Os homens que ditam o destino das mulheres, suas vozes sempre aparecem em OFF. Primeiramente através do personagem de Príamo.
3º Cena:
Embate entre mulheres em seus lugares na sociedade e destinos maritais. Entre Afrodite e Helena.
4º Cena:
Voz em Off de Páris e embate com Helena.
-        1º AÇÃO: O Grito dos PEIXES, PÁSSAROS, PESSOAS. O aspecto da ancestralidade, do primitivo, que se expressa na VOZ.
5 PERSONAGENS, 4 ATRIZES: HELENA, IRIS, ETRA, CLÍMENE E AFRODITE, que será também representada por uma das outras atrizes que fará 2 papéis.
Voz em OFF: PRÍAMO e de PÁRIS. “Chega aqui, querida filha, e senta-se ao meu lado, para veres o teu primeiro marido...”
A cena descreve a situação de espera de Helena pelo seu destino marital. O casamento, a espera, a lugar da mulher confinada às escolhas e lutas masculinas, será o tema principal da cena a ser desenvolvida.
As falas serão adaptadas e reconstruídas à linguagem nordestina, existirá uma renarrativização das ações e falas cênicas oriundas da obra Ilíada. Desta forma, uma nova dramaturgia será criada.

OPÇÕES ESTÉTICAS:
Utilização de projeções visuais, a dança, textos em cena, centrados primordialmente na rítmica para a construção do espetáculo.

A COMICIDADE APLICADA À CENA:
A partir da provocação do curso de usar procedimentos de comicidade discutidos em sala de aula e aplicá-los no processo criativo. E desde a ótica de Bakhtin,  do estudo da mútua implicação entre procedimentos de transformação de contextos, que se encontram em obras cômicas e não cômicas, será desenvolvida uma estética que una a dança, a musica e o texto, tendo como base a rítmica em cena.
Utilizo-me neste projeto, da exploração do procedimento que se define a partir de questões semânticas, e na redefinição de referentes, e o consequente efeito cognitivo alcançado por meio dessa redefinição, através da releitura de uma cena da Ilíada, tendo como foco para sua construção, a perspectiva local nordestina e a cultura do Cangaço.
Neste caso, a partir de uma ação ou de uma fala, alteram-se os conteúdos referidos nas ações e falas, ou as expectativas de entendimento dessa ação. A linguagem local estabelece um contraponto visual-sonoro e poético também com essas características da linguagem presentes na Ilíada.


CRONOGRAMA:
Os ensaios serão realizados na UnB com as bailarinas-atrizes. Quinta-feira, no horário das 13:00 às 15:00hs nas datas mencionadas abaixo:
MAIO: 1, 8, 15, 22 e 29.
JUNHO: 5, 12, 19, 26.
JULHO: 3 (ensaio geral) e 10 (Apresentação no Cometa Cenas).